domingo, 24 de maio de 2026

PATRONO DO GLIP



Joaquim Moncks nasceu em 29 de setembro de 1946 na cidade de Pelotas/RS. Tem a cidade de Canguçu como sua segunda terra, porque lá iniciou sua carreira como oficial de polícia militar, aos 23 anos, em 1969.

Oficial da Polícia Militar, na reserva. Advogado. Professor de Criminologia, Ciência e Direito Penitenciário, Direito Processual Penal Militar e Segurança Empresarial. Ativista Cultural. Agente Literário. Poeta. Declamador. Conferencista. Ensaísta. Analista Literário. Jurado em certos livros literários, em festivais nativistas e eventos de poesia e música popular.

Deputado constituinte à Assembleia Legislativa do Estado, em 1989, presidiu a Comissão Temática de Educação, Desporto, Ciência, Tecnologia e Turismo, ajudando a forjar a carta constitucional do Rio Grande do Sul, pioneira em muitos aspectos, principalmente nas áreas da Educação e da Cultura.

Como deputado, foi autor de três projetos importantes, todos transformados em lei: o das pilchas gaúchas, que oficializou a indumentária tradicional do homem e da mulher gaúcha, em respeito à ancestralidade e à tradição agropastoril do RS, como traje preferencial e de honra no território do Estado (1989); o que institui o 20 de novembro, dia da morte de Zumbi, o líder negro dos Palmares, como o Dia Estadual da Consciência Negra. Por fim, aquele que institui o dia 04 de Dezembro como o Dia do Artista Regionalista e do Poeta Repentista Gaúcho (1989).

Desde 1973, entregue ao público os seguintes livros: Ensaio Livre, 1973; Força Centrífuga,1979; Itinerário (?), 1983; O Eu Aprisionado, 1986; O Sótão do Mistério, 1992; O Poço das Almas, 2000; Ovo de Colombo, 2005; Confessionário – Diálogos Entre Prosa e Poesia (2008); e Bula de Remédio (2010); Oficina do Verso, volume 01, 2016; A Maçã na Cruz, Poesia Conceitual & Algum Cotidiano, 2022. Abordagem Crítica sobre a sua obra: Joaquim Moncks, o poeta filósofo, de autoria de Eduardo Jablonski.

Tudo o que foi publicado em prosa foi disperso em mais de uma centena de antologias e coletâneas, editadas no país e no estrangeiro. Em novembro de 2008, durante a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre e 36ª Feira do Livro de Pelotas, publicou CONFESSIONÁRIO – Diálogos entre Prosa e Poesia.

Também está coletando material para o livro de poemas regionalistas De Quando o Coração Abre a Cordeona, lançado em 1978, quando tinha intensa participação nos movimentos tradicionalistas e nativistas do RS. Nessa época, 1982/87, integrou o Conselho de Cultura do Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG, órgão informal de política cultural com forte atuação durante os três mandatos do presidente Zeno Dias Chaves.

Já integrou a presidência de entidades como a Academia Sul-Brasileira de Letras, de Pelotas, a Academia Literária Gaúcha, o Partenon Literário, a Casa do Poeta Rio-Grandense e a Estância da Poesia Crioula, todas essas últimas sediadas em Porto Alegre, onde reside.

Idealizador, fundador e primeiro presidente da Academia Brigadiana de História, Artes, Ciências e Letras – ABRHACEL, que congrega os intelectuais da Brigada Militar (PM) do Estado do RS.

Em outubro de 2003, assumiu a Coordenação das Casas de Poetas do Brasil – POEBRAS NACIONAL, entidade líder do associativismo literário no país, que contava com vinte e seis sedes em cinco Estados da Federação à época da assunção de Joaquim Moncks na complexidade, e que está articulada, na atualidade, em mais de setenta sedes municipais em vinte estados-membros da Federação.

Integrou o Grupo dos “15 Renascidos”, que publica, desde março de 2005, a Revista Caosótica, em Porto Alegre, com tiragem de 500 exemplares, de circulação nacional.

Com iniciação maçônica em setembro de 1981, na Loja Philantropia e Liberdade, unidade filiada ao Grande Oriente do Rio Grande do Sul – GORGS, em Porto Alegre, em 30 de setembro de 2006, tomou posse como titular acadêmico na Academia Internacional Maçônica de Letras – AMIL, cerimônia ocorrida na Casa de Portugal, em São Paulo, capital. A AMIL congrega maçons escritores de todo o  Brasil e os integram harmonicamente aos países de língua portuguesa, passando a Universalidade. Foi nomeado Diretor Nacional de Cultura da Academia Maçônica Internacional de Letras – AMIL, em 07 de agosto de 2007.

Em 24 de abril de 2009, foi o paraninfo do advogado, escritor e poeta José Moreira da Silva, em sua sessão de posse na Academia Sul Brasileira de Letras – ASBL, realizada no Instituto João Simões Lopes, localizado em Pelotas.

Senador da Cultura pelo Estado do RS ao Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil – SCLB, São Luís do Maranhão, empossado em julho de 2018. Desde 2003 é o Coordenador Executivo da Casa do Poeta Brasileiro – POEBRAS Nacional, confederação líder do associativismo literário, com 79 sedes municipais em 20 Estados da Federação Brasileira. Obreiro de Poética com método próprio de oficina de Poesia para estudantes e escritores-alunos. Residir em Passo de Torres/SC.

joaquimmoncks@gmail.com;

http://www.recantodasletras.com.br/autores/moncks;

https://www.facebook.com/joaquim.moncks

Contato: 55 (51) 98122.8261 – Whats App

Ocupa a Cadeira n°19 da Academia Rio-Grandense de Letras em 28 de agosto de 2014. Patrono do Grêmio Literário Internacional Poesiarte título concedido em 2025.

 

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