GRÊMIO LITERÁRIO INTERNACIONAL POESIARTE
quinta-feira, 25 de junho de 2026
INFORMATIVO DO GLIP
terça-feira, 23 de junho de 2026
domingo, 21 de junho de 2026
sexta-feira, 12 de junho de 2026
EVENTO DO GLIP
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Entrevista com os artistas e proprietários da Casa do Artesão Caiçara por Rodrigo Poeta
Entrevista com os artistas e proprietários da Casa do Artesão Caiçara por Rodrigo Poeta
Nomes:
Lucia Afonso Bahia.
Natural da cidade de Kalore/PR.
Luís Júlio Santos de Sá.
Natural de Barra Mansa/RJ.
Rede social:
@casadoartesao_caiçara
1.Como nasceu a Casa do Artesão Caiçara?
R.: A Casa do Artesão nasceu, porque moramos aqui e fazemos arte e damos cursos de arte de graça.
2.Arte, hospitalidade e simplicidade definem vocês? Explique.
R.: Sim. A arte fazemos por amor. Hospitalidade, porque gostamos de receber pessoas com nosso jeito simples de ser.
3.De onde nasce a sua inspiração para criar suas telas e a inspiração de seu esposo na criação das esculturas?
R.: Lúcia: Primeiro através da sabedoria que vem de Deus, pois tenho mente aberta para aprender sempre.
Luís Júlio: Minha inspiração vem da própria natureza.
4.Como vocês definem Arraial do Cabo?
R.: Dentre tantos lugares que conhecemos mundoba fora, escolhemos Arraial pelo contato com a natureza, história, qualidade de vida e rica em matéria prima para nós artesãos.
5.Quais nomes das artes plásticas e escultura que vocês se espelham?
R.: Luís Júlio: Muita influência da arte gótica.
Lúcia: Grande influência pelo movimento hippie. Nas pinturas através do professor Belarmino.
6.Um prato que é marca da Casa do Artesão Caiçara?
R.: Tainha na telha e pirão com leite de coco.
7.O que é ser Caiçara dentro da concepção de vocês?
R.: Caiçara lugar de pescador. Lugar perto do mar ou da lagoa.
8.Uma mensagem para posterioridade.
R.: Não viva de planos para o amanhã. Se for um sonho realizado agora. Viva arte e cultura sempre.
*Fotos do casal: Lúcia Bahia e Luís Júlio.
*Fotos da Casa do Artesão tiradas nos dias 31/05 e 01/06 por Rodrigo Poeta e Fabiana Batista Coelho.
*Entrevista feita por Rodrigo Poeta (Presidente do Grêmio Literário Internacional Poesiarte) e Fabiana Batista Coelho (Acadêmica do Grêmio Literário Internacional Poesiarte).
domingo, 24 de maio de 2026
PATRONO DO GLIP
Joaquim Moncks nasceu em 29 de setembro de 1946 na cidade de Pelotas/RS. Tem a cidade de Canguçu como sua segunda terra, porque lá iniciou sua carreira como oficial de polícia militar, aos 23 anos, em 1969.
Oficial da Polícia Militar, na reserva. Advogado. Professor de Criminologia, Ciência e Direito Penitenciário, Direito Processual Penal Militar e Segurança Empresarial. Ativista Cultural. Agente Literário. Poeta. Declamador. Conferencista. Ensaísta. Analista Literário. Jurado em certos livros literários, em festivais nativistas e eventos de poesia e música popular.
Deputado constituinte à Assembleia Legislativa do Estado, em 1989, presidiu a Comissão Temática de Educação, Desporto, Ciência, Tecnologia e Turismo, ajudando a forjar a carta constitucional do Rio Grande do Sul, pioneira em muitos aspectos, principalmente nas áreas da Educação e da Cultura.
Como deputado, foi autor de três projetos importantes, todos transformados em lei: o das pilchas gaúchas, que oficializou a indumentária tradicional do homem e da mulher gaúcha, em respeito à ancestralidade e à tradição agropastoril do RS, como traje preferencial e de honra no território do Estado (1989); o que institui o 20 de novembro, dia da morte de Zumbi, o líder negro dos Palmares, como o Dia Estadual da Consciência Negra. Por fim, aquele que institui o dia 04 de Dezembro como o Dia do Artista Regionalista e do Poeta Repentista Gaúcho (1989).
Desde 1973, entregue ao público os seguintes livros: Ensaio Livre, 1973; Força Centrífuga,1979; Itinerário (?), 1983; O Eu Aprisionado, 1986; O Sótão do Mistério, 1992; O Poço das Almas, 2000; Ovo de Colombo, 2005; Confessionário – Diálogos Entre Prosa e Poesia (2008); e Bula de Remédio (2010); Oficina do Verso, volume 01, 2016; A Maçã na Cruz, Poesia Conceitual & Algum Cotidiano, 2022. Abordagem Crítica sobre a sua obra: Joaquim Moncks, o poeta filósofo, de autoria de Eduardo Jablonski.
Tudo o que foi publicado em prosa foi disperso em mais de uma centena de antologias e coletâneas, editadas no país e no estrangeiro. Em novembro de 2008, durante a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre e 36ª Feira do Livro de Pelotas, publicou CONFESSIONÁRIO – Diálogos entre Prosa e Poesia.
Também está coletando material para o livro de poemas regionalistas De Quando o Coração Abre a Cordeona, lançado em 1978, quando tinha intensa participação nos movimentos tradicionalistas e nativistas do RS. Nessa época, 1982/87, integrou o Conselho de Cultura do Movimento Tradicionalista Gaúcho – MTG, órgão informal de política cultural com forte atuação durante os três mandatos do presidente Zeno Dias Chaves.
Já integrou a presidência de entidades como a Academia Sul-Brasileira de Letras, de Pelotas, a Academia Literária Gaúcha, o Partenon Literário, a Casa do Poeta Rio-Grandense e a Estância da Poesia Crioula, todas essas últimas sediadas em Porto Alegre, onde reside.
Idealizador, fundador e primeiro presidente da Academia Brigadiana de História, Artes, Ciências e Letras – ABRHACEL, que congrega os intelectuais da Brigada Militar (PM) do Estado do RS.
Em outubro de 2003, assumiu a Coordenação das Casas de Poetas do Brasil – POEBRAS NACIONAL, entidade líder do associativismo literário no país, que contava com vinte e seis sedes em cinco Estados da Federação à época da assunção de Joaquim Moncks na complexidade, e que está articulada, na atualidade, em mais de setenta sedes municipais em vinte estados-membros da Federação.
Integrou o Grupo dos “15 Renascidos”, que publica, desde março de 2005, a Revista Caosótica, em Porto Alegre, com tiragem de 500 exemplares, de circulação nacional.
Com iniciação maçônica em setembro de 1981, na Loja Philantropia e Liberdade, unidade filiada ao Grande Oriente do Rio Grande do Sul – GORGS, em Porto Alegre, em 30 de setembro de 2006, tomou posse como titular acadêmico na Academia Internacional Maçônica de Letras – AMIL, cerimônia ocorrida na Casa de Portugal, em São Paulo, capital. A AMIL congrega maçons escritores de todo o Brasil e os integram harmonicamente aos países de língua portuguesa, passando a Universalidade. Foi nomeado Diretor Nacional de Cultura da Academia Maçônica Internacional de Letras – AMIL, em 07 de agosto de 2007.
Em 24 de abril de 2009, foi o paraninfo do advogado, escritor e poeta José Moreira da Silva, em sua sessão de posse na Academia Sul Brasileira de Letras – ASBL, realizada no Instituto João Simões Lopes, localizado em Pelotas.
Senador da Cultura pelo Estado do RS ao Congresso da Sociedade de Cultura Latina do Brasil – SCLB, São Luís do Maranhão, empossado em julho de 2018. Desde 2003 é o Coordenador Executivo da Casa do Poeta Brasileiro – POEBRAS Nacional, confederação líder do associativismo literário, com 79 sedes municipais em 20 Estados da Federação Brasileira. Obreiro de Poética com método próprio de oficina de Poesia para estudantes e escritores-alunos. Residir em Passo de Torres/SC.
joaquimmoncks@gmail.com;
http://www.recantodasletras.com.br/autores/moncks;
https://www.facebook.com/joaquim.moncks
Contato: 55 (51) 98122.8261 – Whats App
Ocupa a Cadeira n°19 da Academia Rio-Grandense de Letras em 28 de agosto de 2014. Patrono do Grêmio Literário Internacional Poesiarte título concedido em 2025.
CERTIFICADO DE INCENTIVO CULTURAL CONCEDIDO PELA BARCELLARTES EM 2025
quarta-feira, 20 de maio de 2026
INFORMATIVO DO GLIP
GRÊMIO LITERÁRIO INTERNACIONAL POESIARTE
INFORMATIVO DE SESSÃO EXTRAORDINÁRIA
No dia 19 de maio de 2026, às 20h00, reuniram-se em sessão extraordinária, mediante convocação regulamentar do Excelentíssimo Senhor Presidente Rodrigo Poeta, os ilustres membros da Diretoria: Vice-presidente Weslei Rodrigues, Secretário Executivo Anthony Rasib, e os Diretores Lucy Chagas, Gilson Salomão e Juliano Schwarz. A presente reunião teve como objetivo principal a análise, discussão e votação das propostas de admissão de novos membros ao Grêmio Literário Internacional Poesiarte.
INGRESSO DE MEMBROS TITULARES
O Senhor Presidente, Rodrigo Poeta, realizou a apresentação oral dos currículos e das trajetórias intelectuais dos indicados ao quadro de Membros Titulares. Após a leitura e a devida apreciação dos méritos literários, culturais e sociais de cada candidato, a Diretoria deliberou, por unanimidade, a aprovação dos seguintes acadêmicos:
Katia Pires Chagas (Rio de Janeiro / RJ) – Acadêmica Membro Titular
Pedagoga, escritora, Auditora Pública para a Educação, e gestora pública e social. Destaca-se por seu expressivo histórico como ativista do Movimento Negro e do Movimento Mundial Mulheres Reais. Atua brilhantemente como poetisa, produtora cultural e conselheira de cultura, somando forças ao desenvolvimento do cenário artístico.
Adriana Arantes dos Santos — Nome Social: Adriana Veridiana (Rio de Janeiro / RJ) – Acadêmica Membro Titular
Guarda municipal, graduada em Ciências Sociais. É coordenadora, idealizadora e articuladora do coletivo As MariAmas, além de ativista antirracista, performancista e escritora. Integra ativamente o núcleo de Justiça Restaurativa em Santa Cruz, o Fórum de Mulheres Negras e o Coletivo Circularidade, além de atuar como batuqueira no Baque Mulher. É autora da obra literária "O girar das saias - As MariAmas".
Ivonete Pereira Tavares (Mangaratiba / RJ) – Acadêmica Membro Titular
Nascida no Quilombo da Ilha de Marambaia, possui graduação em Arquivologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), em Pedagogia pelo Instituto Isabel, com pós-graduação em Livre Docência do Ensino Superior e mestranda em Educação com foco no Novo Ensino Médio. Pesquisadora histórica de relevância, contribuiu de forma decisiva no levantamento documental e arquivístico das instituições periféricas da região da Pequena África para a candidatura do Cais do Valongo como Patrimônio da Humanidade, título chancelado pela UNESCO em julho de 2017. Seu ativismo negro e quilombola e sua dedicação à pesquisa histórica foram fundamentais também para a criação do Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB).
Marcos Aurélio Dutra (Cabo Frio / RJ) – Acadêmica Membro Titular
Nascido em Minas Gerais e radicado em Cabo Frio desde 1992. Dedicado à poesia desde a juventude, conquistou o segundo lugar no prestigiado Concurso Teixeira e Souza em 1994, promovido pela Prefeitura Municipal de Cabo Frio. Em 2013, publicou a obra "Vida e Poesia", cujo prefácio foi assinado pelo Dr. Demócrito Jonathas de Azevedo, entusiasta de seus notáveis acrósticos. Fundador do grupo Poesias de Gaveta, une poetas e poetisas de diversas faixas etárias (dos 23 aos 85 anos) oriundos de múltiplos estados brasileiros e também do Chile. No ano de 2026, tomou posse como titular da Cadeira nº 17 da Academia Cabofriense de Letras.
INGRESSO DE MEMBRO CORRESPONDENTE INTERNACIONAL
Seguindo a ordem dos trabalhos, a Presidência submeteu à apreciação o currículo da candidata internacional ao quadro do Grêmio, sendo deliberada e aprovada, de forma unânime, a seguinte admissão:
Maria Fátima Glória Moniz Manuel — Nome Literário: Fátima Moniz (Angola) – Membro Correspondente Internacional para Angola
Nascida em Luanda a 24 de março de 1969 e criada em Benguela, cidade que acolhe como seu lar. É Mestre em Ciência Política pela Universidade Cândido Mendes (Brasil) e licenciada em História pelo ISCED de Benguela. Entre os anos de 2011 e 2019, exerceu a função de Agente Consular junto ao Consulado Geral de Angola no Rio de Janeiro. Proferidora de conferências regulares no conceituado Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (Portugal). Anualmente, coordena e organiza Oficinas de Poesia direcionadas a crianças e adolescentes, com o selo institucional da União dos Escritores Angolanos, do Encontro de Poetas da CPLP e do MIREX. Ocupa a Cadeira nº 510 da Academia de Ciências e Letras do Brasil.
ASSUNTOS GERAIS E DELIBERAÇÕES
No expediente dedicado aos assuntos de interesse geral, o Secretário Executivo Anthony Rasib submeteu à Mesa Diretora a proposta de criação e implementação de novas identificações oficiais para os membros do Grêmio Literário Internacional Poesiarte. O Presidente Rodrigo Poeta endossou plenamente a iniciativa, informando que já possuía um projeto em desenvolvimento voltado ao mesmo propósito. A convergência de ideias foi acolhida com entusiasmo e positividade por todos os diretores presentes, que sinalizaram favoravelmente à futura consolidação do projeto.
Nada mais havendo a tratar, o Senhor Presidente deu por encerrados os trabalhos da sessão. Eu, Anthony Rasib, na qualidade de Secretário Executivo, lavrei o presente informativo e registro oficial desta sessão para que produza seus devidos e legais efeitos, aos dezenove dias do mês de maio do ano de dois mil e vinte e seis.
Anthony Rasib
Secretário Executivo
terça-feira, 19 de maio de 2026
PATRONO 05
sábado, 16 de maio de 2026
DIVULGANDO CULTURA!
Peça no CCJF traz
Padre Cícero encarando a própria morte no espetáculo “Cícero - a Anarquia de um
Corpo Santo”, de Samir Murad
Solo teatral premiado que investiga o mito do
“Padim Ciço” e que traz reflexões sobre política e religião, entra em cartaz
Teatro do CCJF na Cinelândia, em junho
Ao colocar Padre Cícero diante da Morte,
o espetáculo tem como proposta principal, fazer uma retrospectiva poética de
sua vida, suscitando reflexões sobre o entrelaçamento da Igreja e da Política
na sociedade contemporânea. Trazemos em sua humana complexidade, a figura desse
mito que paira soberano, enquanto luta para não morrer.
Discutimos
o conceito de ancestralidade ao fazer Cícero passear pela
pré-história do Cariri, onde seu corpo é tomado por entidades, animais e
acidentes geográficos. Antevê ainda conflitos na cidade que um dia ajudou a
fundar. Suas memórias sugerem um ajuste de contas consigo, com os outros e com
Deus.
Com
a Beata Maria do Araújo que sangrou a hóstia, tocamos na questão do
rebaixamento da figura feminina em função de sua negritude e
pobreza, diante da supremacia masculina da Igreja.
Critica-se
ainda a cultura machista que pontua a narrativa assim como o preconceito
do etarismo ao valorizar o poder e o saber do velho na figura de Cícero.
Valendo-se
de referências do teatro oriental, em consonância com o pensamento de Antonin
Artaud, nossa principal referência de pesquisa de linguagem e privilegiando
a figura do Ator, o espetáculo utiliza-se da fisicalidade do BUTOH ,
uma espécie de teatro-dança japonês, assim como de conceitos extraídos do LIVRO
TIBETANO DOS MORTOS, ambos tendo no estudo da Morte sua fonte de
investigação artística e espiritual.
O Cariri no Ceará, é uma região rica de
lendas, mitos, sagas familiares e cima de tudo de uma religiosidade singular,
devido ao fato de ali ter nascido e vivido a figura emblemática do Padre Cícero.
Ali através de festivais e comemorações
diversas, há um notável encontro da tradição e do contemporâneo. É nesse
universo poético como os versos cantados de um repentista, que Padim
será desconstruído, a partir da uma evocação de um homem cheio de contradições,
por trás da aparente impavidez do mito.
Nessa
atmosfera de realismo fantástico, o espectador tomará contato com a memória
desse pedaço do Brasil , assim como com, a trajetória de Cícero,
tirando suas próprias conclusões e permitindo-se uma reflexão acerca de sua própria
experiência religiosa e política.
“Se fui expulso da Igreja por uma decisão política, foi na política que
tive de me decidir
para trazer de volta a minha religião”
Sobre Samir Murad
Ator
de teatro, cinema e televisão, autor e professor. É formado pela UNIRio, com
pós-graduação na UFRJ, com mestrado também pela UNI-RIO. No cinema, participou
de diversos longas e curtas metragens nacionais premiados. Na televisão, fez
inúmeras participações na TV Globo, TV Record, Netflix e Canal Brasil.
Trabalhou como dublador na Herbert Richers. Foi Professor da Faculdade da
CAL. Fundou a companhia teatral
Cambaleei, mas não caí..., que tem, em Antonin Artaud sua principal
referência de pesquisa de linguagem cênica, inaugurada com o texto
infantojuvenil de sua autoria Além da lenda do Minotauro, que também
dirigiu e que foi publicado. No teatro atuou sob a direção de Augusto Boal,
Bibi Ferreira, Sérgio Britto, Miguel Falabella, Paulo de Moraes, Sidnei Cruz e
Gustavo Paso entre outros. Em 2001 encenou seu primeiro trabalho solo Para
acabar de vez com o julgamento de Artaud e segundo a crítica de O Globo,
foi um dos dez melhores espetáculos do ano. Em 2008 escreveu e encenou seu
segundo solo, Édipo e seus duplos, também publicado. Em 2017, encenou, também de sua autoria O
cão que sonhava lobos, um solo musical infantil, publicado com ilustrações.
Em 2019 protagonizou a encenação de Educação Siberiana e estreou seu
terceiro solo, Cícero – A anarquia de um Corpo Santo, que encerra a
trilogia Teatro, Mito e Genealogia e que também virou livro. Em 2020
integra o elenco da novela Genesis da TV Record e apresenta seu primeiro
livro de poemas e crônicas intitulado O Retorno de Netuno. Em 2022 atua
em O Alienista, sob direção de Gustavo Paso, sucesso de público e
crítica e em 2023 integrou o elenco da novela Terra e Paixão da TV Globo
e estrou seu mais recente solo O Cachorro que se Recusou a Morrer, que
continua que coroa como um fechamento de
percurso a mencionada trilogia. Em 2025 apresentou a Mostra Retrospectiva
“Teatro Mito e Genealogia”, com seus quatro monólogos em cartaz: “Para acabar
de vez com o julgamento de Artaud”, “Édipo e seus duplos - ou porque dois é
igual a três”, “Cíciero - a anarquia de um corpo santo” e “O cachorro que se
recusou a morrer”. Membro Honorário do Grêmio Literário Internacional Poesiarte.
SERVIÇO
CÍCERO - A ANARQUIA DE UM CORPO SANTO
Criação,
texto e atuação: Samir Murad
De
2 a 30 de junho (terças e quartas) às 19 h
Debate
pós-peça: toda terça-feira, durante 30 minutos
Não
haverá espetáculo na quarta dia 24/jun
Teatro
do CCJF: Av. Rio Branco, 241 - centro / metrô estação Cinelândia
70
minutos | 14 anos | Ingressos: R$40,00 e R$20,00 (meia entrada) - via Sympla ou
bilheteria do teatro
FICHA TÉCNICA
Criação,
texto e atuação: Samir Murad
Direção:
Daniel Dias da Silva
Cenário
e figurino: Karlla de Luca
Trilha
sonora: André Poyart e Samir Murad
Desenho
de luz: Russinho e Francisco Hashigushi
Operação
de luz e som: Francisco Hashigushi
Assessoria
de Imprensa e media Social: Rodolfo Abreu | Interativa Doc
Programação
visual: Redson Pereira
Fotos: Fernando Valle
Produção
executiva: Wagner Uchoa
Apoio
Logístico: Fernando Alax Casa 136
Realização:
Cia.Cambaleei, mas não caí...
Instagram: @samirmurad.ator
Facebook: Samir Murad
INFORMATIVO DO GLIP
Na foto: Vereador Milton Alencar e o Presidente do GLIP Prof. Rodrigo Octavio Pereira de Andrade (Rodrigo Poeta). Hoje o nosso...
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