quarta-feira, 29 de julho de 2026

EVENTO DO GLIP NO RIO DE JANEIRO


 Na foto: As acadêmicas Adriana Veridiana,
Celi Luz, o Presidente Rodrigo Octavio, 
sua esposa a acadêmica Fabiana Batista 
e a Profa. Kátia Zandomingo Soares.


    *Ontem aconteceu na Biblioteca Municipal Manuel Ignácio da Silva Alvarenga em Campo Grande no Rio de Janeiro mais um evento do Grêmio Literário Internacional Poesiarte coordenado pelo Presidente Prof. Rodrigo Octavio.  O evento contou com a presença dos seguintes acadêmicos: Marcos Lopes Firmo, Lucy Chagas (Diretora de Eventos), Fabiana Batista Coelho (Tesoureira), Pituka Nirobe (Gestora da Biblioteca Municipal Manuel Ignácio da Silva Alvarenga), Adriana Veridiana e Celi Luz. 
          O evento contou com a presença da Professora Kátia Zandomingo Soares e do Professor Marco Antônio Martins Pereira, onde ambos tomaram posse como acadêmicos honorários do GLIP. 
    Foi um momento de memória,  ancestralidade,  poesia, homenagens e reflexão. 
                  Foi feita a posse da acadêmica Adriana Veridiana e a entrega das medalhas aos acadêmicos Marcos Lopes Firmo,  Celi Luz e Fabiana Batista Coelho. 
                   Na ocasião também tomaram posse como Membro Fundador Ivonete Pereira Tavares e como acadêmica correspondente Fátima Moniz representante de Angola, ambas foram representadas pela acadêmica Pituka Nirobe. 

Segue abaixo outras fotos deste memorável evento:

*Acadêmica Lucy Chagas entregou 
a medalha a sua tia a acadêmica 
Fabiana Batista Coelho da sua Patronesse 
Ana Paula Tavares (Angola).

*A acadêmica Celi Luz recebe a medalha
de seu Patrono Octavio Paz pelo
Presidente Prof. Rodrigo Octavio. 

*Presidente Prof.  Rodrigo Octavio 
e a acadêmica Adriana Veridiana. 

*O Professor Marco Antônio Martins Pereira 
recebendo seu diploma de Membro Honorário 
pelo Presidente Prof.  Rodrigo Octavio. 

*A acadêmica Celi Luz falando do seu
Patrono Octavio Paz (México).

*O acadêmico Marcos Lopes Firmo 
recebendo sua medalha de seu Patrono Mário Benedetti (Uruguai) pelo 
Presidente Prof. Rodrigo Octavio.

*A acadêmica Adriana Veridiana com sua medalha da sua Patronesse Nádia Anjuman (Afeganistão).

*A Professora Kátia Zandomingo Soares recebendo o título de acadêmica 
honorária do GLIP
 pelo Presidente Prof. Rodrigo Octavio. 

*A acadêmica honorária Kátia Zandomingo Soares recitando uma poesia.

*Presidente Prof.  Rodrigo Octavio 
e a sua esposa a acadêmica 
Fabiana Batista Coelho.




quarta-feira, 22 de julho de 2026

INFORMATIVO DO GLIP


Ontem aconteceu a live com o escritor e acadêmico Antônio Torres da Academia Brasileira de Letras e Membro Honorário do Grêmio Literário Internacional Poesiarte. 
Foi um momento de cultura, literatura, humanidade e simplicidade!
A transmissão foi feita pela TV Liderança (Rádio Web) de Porto Alegre/RS.
A live foi dividida em dois momentos.  O primeiro momento com seis perguntas feitas pelo acadêmico é Secretário Executivo Anthony Rasib do GLIP e o segundo momento com cinco perguntas feitas pelo Presidente Prof. Rodrigo Octavio Pereira de Andrade do GLIP.  Foi um momento ímpar para o GLIP e para a Literatura Brasileira. 


segunda-feira, 13 de julho de 2026

DIVULGANDO CULTURA!

Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo, O Cachorro que se Recusou a Morrer chega para emocionar o público com uma história marcada por memórias, imigração, família e destino! 🎭

Idealizado, escrito e protagonizado por Samir Murad (@samirmurad.ator), que divide a direção com Delson Antunes, o espetáculo parte das histórias de sua própria família para construir uma narrativa sensível, potente e profundamente humana. Entre lembranças, conflitos, humor e emoção, a peça convida o espectador a mergulhar em reflexões sobre pertencimento, herança familiar e a condição humana na luta de um imigrante libanês sobrevivendo à uma terra estranha. 

🇱🇧✨️ Uma experiência teatral íntima e envolvente, conduzida pela força da palavra, do corpo e da memória. Não perca a oportunidade de conhecer essa emocionante obra de Samir Murad.

🗓 24 e 25 de julho

⏰️ 20h (sexta) 19h (sábado) 

🎟 R$ 40,0 (inteira) R$ 20,0 (meia) 
Ingressosuff.com.br 

📍 Teatro da UFF 

VEM PRO TEATRO! ✨️🇱🇧

*Samir Murad é Membro Honorário do Grêmio Literário Internacional Poesiarte. 

 

domingo, 12 de julho de 2026

Nossos Membros Correspondentes Internacionais

*A renomada escritora e poeta
Violeta Kadriu de Kosovo.

*O grande poeta e professor 
Ram Krishna Singh
da Índia. 

*O ilustre poeta Jorge Padilla 
de Cuba. 

*O escritor Diamantino Bartolo 
de Portugal.

*A diplomata e escritora
Fatima Moniz 
de Angola.



 

O Espelho Quebrado por Dareen Tatour


 

O Espelho Quebrado


      Levanto a mão. Não foi a mão que bateu no espelho.

       Decepção foi quando ele encontrou algo em que podia esbarrar. Foram todos estes anos. As decepções foram e não encontraram outra língua além do vidro.

         Não por que o espelho era culpado, mas a coisa mais próxima de mim.

         Não me lembro quando bati com a mão no espelho. 

         Só lembro que algo dentro de mim estava andando anos atrás numa corda bamba, mas todos os dias estava me convencendo que cair não era a resposta.

         Mas as almas não caem de uma vez. Come silenciosamente como ferrugem. Cada decepção é um pequeno grão tirado dela. Cada partida adia o colapso para outra data.

        Cada verdade que descobri sobre este mundo, tem apagado uma nova luz em mim.

         Até que chegou um dia em que não havia luz suficiente para me convencer de que a escuridão é temporária. 

        Naquele momento eu não estava com raiva do espelho, estava com raiva por que estava cansada de consertar o que não quer ser consertado. Cansei de ser a pessoa que perdoa demais, que acredita demais e espera que os corações sejam como os seu.

        A raiva não nasce na mente em que a mão levanta. Ela nasce da primeira decepção que você decidiu perdoar. Desde a primeira verdade, a sua dor é mais do que você suportou. Desde a primeira vez que ela percebeu que a bondade não protege os seus amigos e que a honestidade nem sempre é uma forma de sobrevivência. 

        Quando o espelho quebrou, não ouvi o som, porque o som das coisas quebrando por dentro é muito mais alto.

Quando o vidro tocou no meu conforto, não descobri uma nova ferida, pois a ferida era mais antiga do que o vidro.

         Minhas mãos não doíam, porque o coração já tinha usado a sua parte de dor. Procurei a dor na palma da mão, mas não encontrei. Tudo foi viver em um lugar onde as ligaduras não chegam. Algumas feridas não nascem de um incidente, mas de uma vida inteira que se acumula no coração, até o próprio coração se torna uma ferida.

       O começo foi lá, no bebê Darren que eu era e ainda reside em um lugar que não consigo chegar.

        Às vezes a vejo parada na porta da idade com o seu vestido vermelho e os olhos cheio de verde, ela me pergunta:

         Quando é que um homem ficou com medo dos honestos e fica tranquilo com o mentiroso? 

         Quando é que o mundo se tornou tão cruel?

Eu não respondo por que tenho medo de matar a última inocência que resta dela.

         Como explicar para mim, uma menina que acreditou que a bondade sempre triunfa, que o mundo às vezes aplaude quem domina a usar máscara, mais do que usar a verdadeira face?

            Como dizer a ela que a pessoa não perde a inocência em nenhum momento, mas deixa uma parte depois de cada decepção.

            Quanto ao amor, eu fui e ainda sou a amante, pois o amor não traiu. O que falhou é a minha crença de que um coração que se entrega completamente, encontrará um coração que compreenda o significado de honestidade. 

          Eu pensava que o amor é uma pátria, descobri que alguns países também abandonam os filhos.

O amor não foi meu maior erro, mas sim meu ser humano mais fiel. Quando eu entreguei meu coração de criança para a mão da minha mãe, sem medo e sem possibilidade de cair.

             Pensei que quem sabe o caminho do coração, também sabe guardar. Eu aprendi que algumas pessoas quebram corações não por serem duras, mas por não sentirem o peso do que carregam nas mãos.

             Desde então, não temo mais sair, temo ficar em lugares que lentamente desligam a pessoa. 

         Na amizade, descobri que algumas pessoas não lhe abandonam por que lhe odeiam.

         Mas por que a sua dor durou mais do que a paciência deles pode suportar. As pessoas gostam de acompanharam uma ferida no início, mas quando ela se torna uma vida interior, deixam para o dono.

         Fiquei em frente ao espelho quebrado e pela primeira vez não vi a minha face.

          Eu vi um histórico inteiro de separações, ele estava fingindo ser uma mulher.

           Vejo as rachaduras, elas não distorceram minha imagem, pois tiraram a última mentira.

            Depois de duas horas de volta com minha câmera. Eu não fotografei uma mulher parada em frente a um espelho partido. Em vez disso, capturei o momento em que o outro morreu e estava convencida que este mundo conhece o significado de que é o homem.

        A partir daquele momento e sempre que olho no espelho quebrado, não pergunto a ela: Quem sou eu?

          Pergunto-lhe: quantas vezes um coração pode renascer das suas ruínas?

Percebi que não foi o espelho que partiu.

       O espelho quebrado é a minha última fantasia deste mundo.

        E assim não procuro mais uma foto linda minha.

       Procuro uma verdade, pois a mentira ainda não chegou. 

       Procuro uma peça que ainda reflita a pessoa que eu era.

       Há um momento na vida de uma pessoa em que a raiva não volta como explosão repentina, como as pessoas pensam, mas se torna o fim de uma longa estrada de silêncio. 

       Vem depois das mil vezes que você disse: "Está tudo bem." E depois de milhares de vezes engulo o choro para ninguém se preocupar. E depois de milhares de vezes você sorri, enquanto algo dentro de você estava silenciosamente desmoronando. 




Dareen Tatour 

Acadêmica Honorária do Grêmio Literário Internacional Poesiarte pela Palestina.

26/06/2026

Tradução do árabe para o português:

Prof. Rodrigo Octavio Pereira de Andrade



sábado, 11 de julho de 2026

Nossa Presidente de Honra Sylvia Maria Ribeiro

 



Biografia da nossa Presidente de Honra 

Sylvia Maria Ribeiro 



CURRÍCULO (Resumo) - Sylvia Maria   Jeanne Pauline Ribeiro (Sylvia Maria Ribeiro) 


NASCIMENTO: 05.08.1938 / Rio de Janeiro-RJ/Brasil


FORMAÇÃO ACADÊMICA:

.Université Nancy II - Faculté de Lettres (Aliança Francesa do Brasil - Copacabana, Ipanema)

.UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro: Didática da Língua Francesa

.UFF - Universidade Federal Fluminense: Pós-graduação em Língua e Literatura Francesa-Francofonia, Linguagem Midiática


CURSOS: Áudio-Visual (diversos), Estratégias Aplicadas ao Ensino (Pedagogia, Didática, Fonética, Tradução, etc.). Locais: Aliança Francesa Ipanema, Copacabana; Yázigi Cabo Frio, Rio de Janeiro; PUC-Rio de Janeiro; Faculdade Santa Úrsula-Rio de Janeiro, etc.


MAGISTÉRIO:

.Aliança Francesa de Ipanema (Rio de Janeiro/RJ)

.Yázigi Cabo Frio - Escola de Letras (Francês) (Cabo Frio/RJ)

.UERJ - Faculdade de Educação: integrou a equipe de coordenação, sendo posteriormente  nomeada coordenadora, dos Cursos Externos de Licenciatura Curta em Parintins/AM, em convênio com Ministério do Interior, Universidade Federal do Amazonas e Projeto Rondon. Na ocasião, participou da elaboração da obra (2 vols.) Educação Fundamental de Adultos, sob orientação de professores do CREFAL - Centro Regional de Educación Fundamental de Adultos para la América Latina (órgão da UNESCO).  


ESTÁGIOS: 

.Colégio de Aplicação da UERJ -Rio de Janeiro

.Université Laval - Faculté de Lettres - Québec/Canadá. Foi selecionada com bolsa para representar a UFF no curso  para professores de Língua e Literatura Francesa de universidades federais da América do Sul.


OBS: Foi voluntária no Instituto Benjamin  Constant - Rio de Janeiro como orientadora de jovens  desta instituição que cursavam faculdades do Rio e Niterói. 


DESTAQUES:

.Foi a 1a. Mulher eleita para a Academia Cabo-friense de Letras

.Recebeu o título honorário  da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências 

do seu então presidente Rodrigo Poeta.

.Agraciada com o Diploma de Honra ao Mérito Poeta Nazareth da Cruz Gomes, em evento no MART - Museu de Arte Religiosa e Tradicional - Cabo Frio/RJ


PRODUÇÃO:


Como diretora do estaleiro Milticomposite do Brasil, realizou a edição mensal da newsletter Milticomposite (português, inglês, francês) 

Convidada pela direção do jornal O Cabofriense, assumiu o caderno cultural semanal, criou sua própria coluna "Com Licença" que teve cerca de 100 edições, além de cobrir diversos eventos relevantes na Região dos Lagos

Foi redatora e revisora do jornal Noticiario dos Lagos;  revisora e tradutora de textos e livros (várias áreas).

ACADÊMICA PITUKA NIROBE SERÁ HOMENAGEADA EM NITERÓI/RJ

 *A acadêmica Pituka Nirobe do GLIP será homenageada no dia 29 de agosto no Prêmio Àgbàrá Obìnrin 2026 em Niterói/RJ.