quarta-feira, 22 de julho de 2026

INFORMATIVO DO GLIP


Ontem aconteceu a live com o escritor e acadêmico Antônio Torres da Academia Brasileira de Letras e Membro Honorário do Grêmio Literário Internacional Poesiarte. 
Foi um momento de cultura, literatura, humanidade e simplicidade!
A transmissão foi feita pela TV Liderança (Rádio Web) de Porto Alegre/RS.
A live foi dividida em dois momentos.  O primeiro momento com seis perguntas feitas pelo acadêmico é Secretário Executivo Anthony Rasib do GLIP e o segundo momento com cinco perguntas feitas pelo Presidente Prof. Rodrigo Octavio Pereira de Andrade do GLIP.  Foi um momento ímpar para o GLIP e para a Literatura Brasileira. 


segunda-feira, 13 de julho de 2026

DIVULGANDO CULTURA!

Após temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo, O Cachorro que se Recusou a Morrer chega para emocionar o público com uma história marcada por memórias, imigração, família e destino! 🎭

Idealizado, escrito e protagonizado por Samir Murad (@samirmurad.ator), que divide a direção com Delson Antunes, o espetáculo parte das histórias de sua própria família para construir uma narrativa sensível, potente e profundamente humana. Entre lembranças, conflitos, humor e emoção, a peça convida o espectador a mergulhar em reflexões sobre pertencimento, herança familiar e a condição humana na luta de um imigrante libanês sobrevivendo à uma terra estranha. 

🇱🇧✨️ Uma experiência teatral íntima e envolvente, conduzida pela força da palavra, do corpo e da memória. Não perca a oportunidade de conhecer essa emocionante obra de Samir Murad.

🗓 24 e 25 de julho

⏰️ 20h (sexta) 19h (sábado) 

🎟 R$ 40,0 (inteira) R$ 20,0 (meia) 
Ingressosuff.com.br 

📍 Teatro da UFF 

VEM PRO TEATRO! ✨️🇱🇧

*Samir Murad é Membro Honorário do Grêmio Literário Internacional Poesiarte. 

 

domingo, 12 de julho de 2026

Nossos Membros Correspondentes Internacionais

*A renomada escritora e poeta
Violeta Kadriu de Kosovo.

*O grande poeta e professor 
Ram Krishna Singh
da Índia. 

*O ilustre poeta Jorge Padilla 
de Cuba. 

*O escritor Diamantino Bartolo 
de Portugal.

*A diplomata e escritora
Fatima Moniz 
de Angola.



 

O Espelho Quebrado por Dareen Tatour


 

O Espelho Quebrado


      Levanto a mão. Não foi a mão que bateu no espelho.

       Decepção foi quando ele encontrou algo em que podia esbarrar. Foram todos estes anos. As decepções foram e não encontraram outra língua além do vidro.

         Não por que o espelho era culpado, mas a coisa mais próxima de mim.

         Não me lembro quando bati com a mão no espelho. 

         Só lembro que algo dentro de mim estava andando anos atrás numa corda bamba, mas todos os dias estava me convencendo que cair não era a resposta.

         Mas as almas não caem de uma vez. Come silenciosamente como ferrugem. Cada decepção é um pequeno grão tirado dela. Cada partida adia o colapso para outra data.

        Cada verdade que descobri sobre este mundo, tem apagado uma nova luz em mim.

         Até que chegou um dia em que não havia luz suficiente para me convencer de que a escuridão é temporária. 

        Naquele momento eu não estava com raiva do espelho, estava com raiva por que estava cansada de consertar o que não quer ser consertado. Cansei de ser a pessoa que perdoa demais, que acredita demais e espera que os corações sejam como os seu.

        A raiva não nasce na mente em que a mão levanta. Ela nasce da primeira decepção que você decidiu perdoar. Desde a primeira verdade, a sua dor é mais do que você suportou. Desde a primeira vez que ela percebeu que a bondade não protege os seus amigos e que a honestidade nem sempre é uma forma de sobrevivência. 

        Quando o espelho quebrou, não ouvi o som, porque o som das coisas quebrando por dentro é muito mais alto.

Quando o vidro tocou no meu conforto, não descobri uma nova ferida, pois a ferida era mais antiga do que o vidro.

         Minhas mãos não doíam, porque o coração já tinha usado a sua parte de dor. Procurei a dor na palma da mão, mas não encontrei. Tudo foi viver em um lugar onde as ligaduras não chegam. Algumas feridas não nascem de um incidente, mas de uma vida inteira que se acumula no coração, até o próprio coração se torna uma ferida.

       O começo foi lá, no bebê Darren que eu era e ainda reside em um lugar que não consigo chegar.

        Às vezes a vejo parada na porta da idade com o seu vestido vermelho e os olhos cheio de verde, ela me pergunta:

         Quando é que um homem ficou com medo dos honestos e fica tranquilo com o mentiroso? 

         Quando é que o mundo se tornou tão cruel?

Eu não respondo por que tenho medo de matar a última inocência que resta dela.

         Como explicar para mim, uma menina que acreditou que a bondade sempre triunfa, que o mundo às vezes aplaude quem domina a usar máscara, mais do que usar a verdadeira face?

            Como dizer a ela que a pessoa não perde a inocência em nenhum momento, mas deixa uma parte depois de cada decepção.

            Quanto ao amor, eu fui e ainda sou a amante, pois o amor não traiu. O que falhou é a minha crença de que um coração que se entrega completamente, encontrará um coração que compreenda o significado de honestidade. 

          Eu pensava que o amor é uma pátria, descobri que alguns países também abandonam os filhos.

O amor não foi meu maior erro, mas sim meu ser humano mais fiel. Quando eu entreguei meu coração de criança para a mão da minha mãe, sem medo e sem possibilidade de cair.

             Pensei que quem sabe o caminho do coração, também sabe guardar. Eu aprendi que algumas pessoas quebram corações não por serem duras, mas por não sentirem o peso do que carregam nas mãos.

             Desde então, não temo mais sair, temo ficar em lugares que lentamente desligam a pessoa. 

         Na amizade, descobri que algumas pessoas não lhe abandonam por que lhe odeiam.

         Mas por que a sua dor durou mais do que a paciência deles pode suportar. As pessoas gostam de acompanharam uma ferida no início, mas quando ela se torna uma vida interior, deixam para o dono.

         Fiquei em frente ao espelho quebrado e pela primeira vez não vi a minha face.

          Eu vi um histórico inteiro de separações, ele estava fingindo ser uma mulher.

           Vejo as rachaduras, elas não distorceram minha imagem, pois tiraram a última mentira.

            Depois de duas horas de volta com minha câmera. Eu não fotografei uma mulher parada em frente a um espelho partido. Em vez disso, capturei o momento em que o outro morreu e estava convencida que este mundo conhece o significado de que é o homem.

        A partir daquele momento e sempre que olho no espelho quebrado, não pergunto a ela: Quem sou eu?

          Pergunto-lhe: quantas vezes um coração pode renascer das suas ruínas?

Percebi que não foi o espelho que partiu.

       O espelho quebrado é a minha última fantasia deste mundo.

        E assim não procuro mais uma foto linda minha.

       Procuro uma verdade, pois a mentira ainda não chegou. 

       Procuro uma peça que ainda reflita a pessoa que eu era.

       Há um momento na vida de uma pessoa em que a raiva não volta como explosão repentina, como as pessoas pensam, mas se torna o fim de uma longa estrada de silêncio. 

       Vem depois das mil vezes que você disse: "Está tudo bem." E depois de milhares de vezes engulo o choro para ninguém se preocupar. E depois de milhares de vezes você sorri, enquanto algo dentro de você estava silenciosamente desmoronando. 




Dareen Tatour 

Acadêmica Honorária do Grêmio Literário Internacional Poesiarte pela Palestina.

26/06/2026

Tradução do árabe para o português:

Prof. Rodrigo Octavio Pereira de Andrade



sábado, 11 de julho de 2026

Nossa Presidente de Honra Sylvia Maria Ribeiro

 



Biografia da nossa Presidente de Honra 

Sylvia Maria Ribeiro 



CURRÍCULO (Resumo) - Sylvia Maria   Jeanne Pauline Ribeiro (Sylvia Maria Ribeiro) 


NASCIMENTO: 05.08.1938 / Rio de Janeiro-RJ/Brasil


FORMAÇÃO ACADÊMICA:

.Université Nancy II - Faculté de Lettres (Aliança Francesa do Brasil - Copacabana, Ipanema)

.UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro: Didática da Língua Francesa

.UFF - Universidade Federal Fluminense: Pós-graduação em Língua e Literatura Francesa-Francofonia, Linguagem Midiática


CURSOS: Áudio-Visual (diversos), Estratégias Aplicadas ao Ensino (Pedagogia, Didática, Fonética, Tradução, etc.). Locais: Aliança Francesa Ipanema, Copacabana; Yázigi Cabo Frio, Rio de Janeiro; PUC-Rio de Janeiro; Faculdade Santa Úrsula-Rio de Janeiro, etc.


MAGISTÉRIO:

.Aliança Francesa de Ipanema (Rio de Janeiro/RJ)

.Yázigi Cabo Frio - Escola de Letras (Francês) (Cabo Frio/RJ)

.UERJ - Faculdade de Educação: integrou a equipe de coordenação, sendo posteriormente  nomeada coordenadora, dos Cursos Externos de Licenciatura Curta em Parintins/AM, em convênio com Ministério do Interior, Universidade Federal do Amazonas e Projeto Rondon. Na ocasião, participou da elaboração da obra (2 vols.) Educação Fundamental de Adultos, sob orientação de professores do CREFAL - Centro Regional de Educación Fundamental de Adultos para la América Latina (órgão da UNESCO).  


ESTÁGIOS: 

.Colégio de Aplicação da UERJ -Rio de Janeiro

.Université Laval - Faculté de Lettres - Québec/Canadá. Foi selecionada com bolsa para representar a UFF no curso  para professores de Língua e Literatura Francesa de universidades federais da América do Sul.


OBS: Foi voluntária no Instituto Benjamin  Constant - Rio de Janeiro como orientadora de jovens  desta instituição que cursavam faculdades do Rio e Niterói. 


DESTAQUES:

.Foi a 1a. Mulher eleita para a Academia Cabo-friense de Letras

.Recebeu o título honorário  da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências 

do seu então presidente Rodrigo Poeta.

.Agraciada com o Diploma de Honra ao Mérito Poeta Nazareth da Cruz Gomes, em evento no MART - Museu de Arte Religiosa e Tradicional - Cabo Frio/RJ


PRODUÇÃO:


Como diretora do estaleiro Milticomposite do Brasil, realizou a edição mensal da newsletter Milticomposite (português, inglês, francês) 

Convidada pela direção do jornal O Cabofriense, assumiu o caderno cultural semanal, criou sua própria coluna "Com Licença" que teve cerca de 100 edições, além de cobrir diversos eventos relevantes na Região dos Lagos

Foi redatora e revisora do jornal Noticiario dos Lagos;  revisora e tradutora de textos e livros (várias áreas).

quinta-feira, 25 de junho de 2026

INFORMATIVO DO GLIP

 

Na foto: Vereador Milton Alencar 
e o Presidente do GLIP Prof. Rodrigo Octavio Pereira de Andrade  (Rodrigo Poeta).


          Hoje o nosso Presidente Prof. Rodrigo Octavio esteve na Câmara Municipal de Cabo Frio no gabinete do Vereador Milton Alencar para enfim entregar o Diploma de Honra Ao Mérito Poeta Joaquim Moncks depois de um ano. Em 2025, o Vereador e Ex-Secretário de Cultura Milton Alencar seria homenageado, mas dias antes do evento fomos informados que não estaria presente por motivo de saúde. Milton Alencar também foi confrade do nosso Presidente Rodrigo Octavio na extinta ARTPOP do saudoso Carlos Alberto Sousa.
       Foi um encontro ímpar para entidade. Na ocasião o nobre Vereador Milton Alencar foi presenteado com  a nossa Iª Antologia do GLIP. 

Diretoria do GLIP 

     

sexta-feira, 12 de junho de 2026

EVENTO DO GLIP


•Dia 28 de julho acontecerá na Biblioteca Municipal Manuel Ignácio da Silva Alvarenga em Campo Grande no Rio de Janeiro mais um encontro cultural do GLIP. 
      Desta vez com a temática: GLIP ANCESTRALIDADE E LITERATURA. O evento terá uma diversidade cultural de apresentações e com posse de novos membros,  entrega de medalhas dentro de uma confraternização muito especial. 
        

quinta-feira, 4 de junho de 2026

Entrevista com os artistas e proprietários da Casa do Artesão Caiçara por Rodrigo Poeta

*Luis Júlio e Lúcia Bahia.

 Entrevista com os artistas e proprietários da Casa do Artesão Caiçara por Rodrigo Poeta


Nomes: 

Lucia Afonso Bahia.

Natural da cidade de Kalore/PR.

Luís Júlio Santos de Sá.

Natural de Barra Mansa/RJ.


Rede social: 

@casadoartesao_caiçara



1.Como nasceu a Casa do Artesão Caiçara?

R.: A Casa do Artesão nasceu, porque moramos aqui e fazemos arte e damos cursos de arte de graça. 



2.Arte, hospitalidade e simplicidade definem vocês? Explique.

R.: Sim. A arte fazemos por amor. Hospitalidade, porque gostamos de receber pessoas com nosso jeito simples de ser.



3.De onde nasce a sua inspiração para criar suas telas e a inspiração de seu esposo na criação das esculturas?

R.: Lúcia: Primeiro através da sabedoria que vem de Deus,  pois tenho mente aberta para aprender sempre.

Luís Júlio: Minha inspiração vem da própria natureza. 



4.Como vocês definem Arraial do Cabo?

R.: Dentre tantos lugares que conhecemos mundoba fora, escolhemos Arraial  pelo contato com a natureza, história, qualidade de vida e rica em matéria prima para nós artesãos.



5.Quais nomes das artes plásticas e escultura que vocês se espelham?

R.: Luís Júlio: Muita influência da arte gótica. 

Lúcia: Grande influência pelo movimento hippie. Nas pinturas através do professor Belarmino. 



6.Um prato que é marca da Casa do Artesão Caiçara?

R.: Tainha na telha e pirão com leite de coco.



7.O que é ser Caiçara dentro da concepção de vocês?

R.:  Caiçara lugar de pescador. Lugar perto do mar ou da lagoa.



8.Uma mensagem para posterioridade. 

R.: Não viva de planos para o amanhã. Se for um sonho realizado agora. Viva arte e cultura sempre.



*Fotos do casal: Lúcia Bahia e Luís Júlio. 


*Fotos da Casa do Artesão tiradas nos dias 31/05 e 01/06 por Rodrigo Poeta e  Fabiana Batista Coelho.

*Entrevista feita por Rodrigo Poeta (Presidente do Grêmio Literário Internacional Poesiarte) e Fabiana Batista Coelho (Acadêmica do Grêmio Literário Internacional Poesiarte).

ACADÊMICA RENATA BARCELLOS IRÁ PALESTRAR NA ACADEMIA CARIOCA DE LETRAS

  *A acadêmica Renata Barcellos do Grêmio Literário Internacional Poesiarte irá palestrar na Academia Carioca de Letras no Rio de Janeiro/RJ...